2009/03/26
2009/03/20
Bruuum Bruuum

"Sai de Mota do Armário!" será o 1º desfile de motas da Marcha do Orgulho LGBT de Lisboa, a decorrer no dia 20 de Junho de 2009, pelas 17h30m, com partida da Praça do Príncipe Real.
Ajude-nos a divulgar este evento publicitando-o no seu blog, twitter ou de outra forma que considere adequada.
Visite-nos em: http://saidemota.wordpress.com
Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/saidemota
Seja nosso amigo no Facebook: Facebook do Sai de Mota
Contacte-nos via: saidemota@gmail.com
Porquê o "Sai de Mota do Armário"?
O "Sai de Mota do Armário!" pretende explorar formas alternativas de celebração e confraternização no âmbito da Marcha LGBT de Lisboa capazes de contribuir para uma visibilidade positiva da mesma e para a dinamização da vida pública da cidade de Lisboa.
Pretendemos que o "Sai de Mota do Armário!" capte a atenção de residentes, não-residentes e turistas da cidade de Lisboa -- LGBT e não-LGBT -- levando-os a participar na Marcha do Orgulho LGBT de Lisboa, mesmo que o façam apenas como espectadores.
Quem está a organizar o "Sai de Mota do Armário"?
O "Sai de Mota do Armário!" resulta da carolice de três amig@s que decidiram contribuir com a sua energia para a Marcha LGBT de Lisboa. Embora a iniciativa tenha nascido e esteja a ser desenvolvida de forma independente, colaboramos com a organização da Marcha do Orgulho LGBT para que tanto o 1º desfile de motas como a própria Marcha LGBT tenham o maior sucesso e visibilidade.
O que esperamos de si?
Que venha participar no desfile de motas... sem motas não haverá desfile!
Que venha assistir, se não tiver mota... assim a animação será maior!
Que nos ajude a divulgar a iniciativa!
A Comissão Organizadora
do "Sai de Mota no Armário!"
saidemota@gmail.com
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Porquê o "Sai de Mota do Armário"?
O "Sai de Mota do Armário!" pretende explorar formas alternativas de celebração e confraternização no âmbito da Marcha LGBT de Lisboa capazes de contribuir para uma visibilidade positiva da mesma e para a dinamização da vida pública da cidade de Lisboa.
Pretendemos que o "Sai de Mota do Armário!" capte a atenção de residentes, não-residentes e turistas da cidade de Lisboa -- LGBT e não-LGBT -- levando-os a participar na Marcha do Orgulho LGBT de Lisboa, mesmo que o façam apenas como espectadores.
Quem está a organizar o "Sai de Mota do Armário"?
O "Sai de Mota do Armário!" resulta da carolice de três amig@s que decidiram contribuir com a sua energia para a Marcha LGBT de Lisboa. Embora a iniciativa tenha nascido e esteja a ser desenvolvida de forma independente, colaboramos com a organização da Marcha do Orgulho LGBT para que tanto o 1º desfile de motas como a própria Marcha LGBT tenham o maior sucesso e visibilidade.
O que esperamos de si?
Que venha participar no desfile de motas... sem motas não haverá desfile!
Que venha assistir, se não tiver mota... assim a animação será maior!
Que nos ajude a divulgar a iniciativa!
A Comissão Organizadora
do "Sai de Mota no Armário!"
saidemota@gmail.com
2009/03/19
Filhos da Luz
Pelos vistos, ainda há quem nos considere Filhos de Deus.
E para ler mais textos do mesmo blog subordinados ao mesmo tema, estão todos aqui.
Para quem o nome Espiritismo transmite medo e obscuridade, talvez convenha abrir uma janela e deixar entrar alguma luz. Pensei um bocado antes de fazer este post, mas não há que temer, não pretendo evangelizar ninguém, apenas transmitir um ponto de vista com que me identifico.
E para ler mais textos do mesmo blog subordinados ao mesmo tema, estão todos aqui.
Para quem o nome Espiritismo transmite medo e obscuridade, talvez convenha abrir uma janela e deixar entrar alguma luz. Pensei um bocado antes de fazer este post, mas não há que temer, não pretendo evangelizar ninguém, apenas transmitir um ponto de vista com que me identifico.
2009/03/18
Faria hoje anos. Deixei-lhe uma Strelitzea na campa e algumas lágrimas de saudade. Ainda me parece impossível. No entanto sinto-a mais perto de mim do que quando estava viva. Sinto-a só minha, no meu egoísmo. Encontro-a todos os dias ao espelho, no meu rosto, nas minhas acções, nas nossas semelhanças- que são muitas. Tinha que ter algum consolo... Sinto falta do abraço.
2009/03/12
Estou genuinamente cansada. Dei comigo a ler ontem sobre Bancos de Tempo, e fiquei entusiasmada. Uau! Alguém trocar tempo connosco?! Horas de passagem a ferro, ou de babysitter, ou de ir ao supermercado fazer compras? Mas depois percebi que não teria tempo meu para trocar. Ou seja, voltava ao modelo do Banco monetário: mais débitos que créditos.
2009/03/09
2009/03/05
2009/03/04
Hoje é dia de festa!
Cantam as nossas almas!
Para a menina Lu,
Uma salva de palmas!!!
A morena mai linda do mundo faz hoje anitos. E vai ganhar tantos beijinhos, mas tantos beijinhos, que vai precisar de uma botija de oxigénio! E tantos abracinhos, tantos abracinhos que vai andar de braço ao peito. E... ok, esqueçam lá.
Love hurts ;)
Para a menina Lu,
Uma salva de palmas!!!
A morena mai linda do mundo faz hoje anitos. E vai ganhar tantos beijinhos, mas tantos beijinhos, que vai precisar de uma botija de oxigénio! E tantos abracinhos, tantos abracinhos que vai andar de braço ao peito. E... ok, esqueçam lá.
Love hurts ;)
2009/03/03
To much mommy talk
Gelado de nata (leia-se única coisa doce que há no frigorífico e dispensa) de resto do almoço de domingo. Uma colher. Meia embalagem. Duas gajas.
Lu (enquanto tirava uma colherada generosa para me dar)- Anda cá, a mãe dá.
...
Algumas colheradas depois, gelado a derreter.
Nina- Agora é que está a derreter filha.
...
Nota- Isto não foi combinado e aconteceu com largos minutos de distância.
Lu (enquanto tirava uma colherada generosa para me dar)- Anda cá, a mãe dá.
...
Algumas colheradas depois, gelado a derreter.
Nina- Agora é que está a derreter filha.
...
Nota- Isto não foi combinado e aconteceu com largos minutos de distância.
2009/03/02
Falando com o meu patrão
Patrão desliga telefone após conversar com fornecedora Italiana:
Patrão- UAU, I don't know what she looks like, but by her voice she sounds incredibely* hot!
Eu (com um sorriso nos lábios) - She is!
Patrão- Oh have you seen her?
Eu - Yes!
Patrão (com um sorriso nos lábios)- I have to pay her a visit!
Eu (com o ar mais inocente deste mundo, e mais atrevido ao mesmo tempo) - Take me with you.
Patrão- Oh you... just stop!
Quer-se dizerii uma gaja assume-se e passa a ser uma woman eater? Ó pá! Era pela viagem tanso! A Itália. *risos*
*Correcção: incredibly (my mistake)
Patrão- UAU, I don't know what she looks like, but by her voice she sounds incredibely* hot!
Eu (com um sorriso nos lábios) - She is!
Patrão- Oh have you seen her?
Eu - Yes!
Patrão (com um sorriso nos lábios)- I have to pay her a visit!
Eu (com o ar mais inocente deste mundo, e mais atrevido ao mesmo tempo) - Take me with you.
Patrão- Oh you... just stop!
Quer-se dizerii uma gaja assume-se e passa a ser uma woman eater? Ó pá! Era pela viagem tanso! A Itália. *risos*
*Correcção: incredibly (my mistake)
2009/02/27
P*ta que pariu
Raios partam as sextas-feiras! Tou com um stress que não me aguento. Devia ter ido para médica. Ao menos os assuntos de vida ou morte eram realmente de vida ou morte.
2009/02/25
Equilibrio precário...
PSP apreende livros por considerar capa pornográfica
O livreiro a quem a PSP de Braga apreendeu cinco exemplares de um livro que reproduz na capa uma pintura de Gustave Courbet, por a considerar «pornográfica», vai recorrer aos tribunais, refere a Lusa.
(...)
António Lopes adiantou que os três agentes policiais entraram na tenda onde está a decorrer uma feira de livros de saldo, e elaboraram um auto no qual afirmam terem apreendido os livros por ter imagens pornográficas expostas publicamente.
Arrepiante. No mínimo.
Serviço Público
Gostaria de divulgar este estudo. Eu já contribui!
A Inspire fez uma parceria com o UNEP para realização de um estudo sobre os estilos de vida dos jovens e jovens adultos, no sentido de perceber qual a percepção que têm das questões da sustentabilidade. O objectivo é recolher dados que permitam desenvolver políticas que promovam estilos de vida mais sustentáveis.
O estudo é à escala mundial e abrange Portugal pela primeira vez.
O alvo são os jovens entre os 18 e os 35 anos e o preenchimento é feito online http://www.unep.fr/gssl/.
Pretende-se que as respostas sejam o mais possível representativas do panorama português e, por isso, é importante conseguir uma participação diversificada (estudantes/trabalhadores, rurais/urbanos, diferentes situações económicas, diferentes estratos sociais).
2009/02/19
Para a Ziza
Vi esta noticia e este clip e obviamente lembrei-me de ti. Acho que vais gostar ;)
PS- primeiro calem a Yael Naim ali ao lado, por favor.
PS- primeiro calem a Yael Naim ali ao lado, por favor.
e de repente...
... deu uma vontade brutal de fazer um post a la mEIA vOLTA e...
TENHO CÁ UMAS SAUDADES DO CALOR CATANO! Tou farta de vestir tanta roupa!
O sol espreita e já aquece, mas ainda tenho que me artilhar de roupa que no escritório faz frio e não faz ar condicionado.
TENHO CÁ UMAS SAUDADES DO CALOR CATANO! Tou farta de vestir tanta roupa!
O sol espreita e já aquece, mas ainda tenho que me artilhar de roupa que no escritório faz frio e não faz ar condicionado.
2009/02/18
Quer-me cá parecer...
... que estamos a caminhar a passos largos para a época da caça às bruxas. Tanta preocupação em defender os "valores" da família, em afirmar que a homossexualidade não é "normal", que as mulheres se acautelem com os casamentos com muçulmanos... e um chorrilho de disparates saídos da Idade Média. Afinal o que é "normal". Mas esse conceito existe? É um conceito fixo? Que valores são esses? E será que as mulheres não são donas da sua cabeça e coração para decidirem com quem querem e devem se casar?
Como homossexual sou segregada pela sociedade, pelos outros. Não sou eu que me segrego. Estou bem inserida na sociedade, cumpro com o meu papel dentro dela, tenho laços afectivos familiares, sociais e em termos laborais sou uma pessoa bastante cumpridora dos meus deveres, tenho uma boa relação com a maior parte dos meus colegas. Não ando com um letreiro nas costas a dizer "Sou homossexual, estou numa relação de 11 anos e temos uma filha juntas." Mas também não me abstenho de falar sobre o meu quotidiano, sobre as peripécias da minha vida em conjunto com a Lu, das proezas e traquinices da Maria Carolina. Enfim, sou assumida. Talvez não para o senhor do talho, mas para quem tem uma presença mais constante e algo mais cúmplice na minha vida. Familiares, amigos, colegas de trabalho, patrão, vizinhos. Todos sabem.
A percentagem destas pessoas para as quais a minha vida é embaraçante, que ponham-me na beirinha do prato pois essas pessoas não me interessam e coincidência ou não... essas são as pessoas que em nada contribuíram ou contribuem para a minha felicidade. Here I draw my line.
Os outros, os 99% apoiam, aplaudem, aceitam, têm curiosidade, fazem perguntas, banalizam... as reacções e acções vão do 8 aos 80. E não são pessoas extraordinarias por aí além. São pessoas. Que avaliam o valor de outra pessoa por critérios mais importantes que a sua sexualidade.
A minha vida é um testemunho. Não de ser excepcional. Apenas de Ser.
E agora tenho que aturar no noticiário esta propaganda clerical contra os homossexuais, casamento civil, e o diabo a 4? Isto é que não é normal. Todo o aproveitamento politico para acenar com um possível casamento civil para a próxima legislatura quando tiveram possibilidade de aprová-lo em assembleia com maioria absoluta passado 10 de Outubro de 2008 (corrijam a data se estiver errada)? Isto é que não é normal!
Sabem o que isto é? Um monte de areia. Daquela para atirar para os nossos olhos. Enquanto andamos a coçar a areia dos olhos não vemos Freeport, fraudes, corrupção e afins.
Como homossexual sou segregada pela sociedade, pelos outros. Não sou eu que me segrego. Estou bem inserida na sociedade, cumpro com o meu papel dentro dela, tenho laços afectivos familiares, sociais e em termos laborais sou uma pessoa bastante cumpridora dos meus deveres, tenho uma boa relação com a maior parte dos meus colegas. Não ando com um letreiro nas costas a dizer "Sou homossexual, estou numa relação de 11 anos e temos uma filha juntas." Mas também não me abstenho de falar sobre o meu quotidiano, sobre as peripécias da minha vida em conjunto com a Lu, das proezas e traquinices da Maria Carolina. Enfim, sou assumida. Talvez não para o senhor do talho, mas para quem tem uma presença mais constante e algo mais cúmplice na minha vida. Familiares, amigos, colegas de trabalho, patrão, vizinhos. Todos sabem.
A percentagem destas pessoas para as quais a minha vida é embaraçante, que ponham-me na beirinha do prato pois essas pessoas não me interessam e coincidência ou não... essas são as pessoas que em nada contribuíram ou contribuem para a minha felicidade. Here I draw my line.
Os outros, os 99% apoiam, aplaudem, aceitam, têm curiosidade, fazem perguntas, banalizam... as reacções e acções vão do 8 aos 80. E não são pessoas extraordinarias por aí além. São pessoas. Que avaliam o valor de outra pessoa por critérios mais importantes que a sua sexualidade.
A minha vida é um testemunho. Não de ser excepcional. Apenas de Ser.
E agora tenho que aturar no noticiário esta propaganda clerical contra os homossexuais, casamento civil, e o diabo a 4? Isto é que não é normal. Todo o aproveitamento politico para acenar com um possível casamento civil para a próxima legislatura quando tiveram possibilidade de aprová-lo em assembleia com maioria absoluta passado 10 de Outubro de 2008 (corrijam a data se estiver errada)? Isto é que não é normal!
Sabem o que isto é? Um monte de areia. Daquela para atirar para os nossos olhos. Enquanto andamos a coçar a areia dos olhos não vemos Freeport, fraudes, corrupção e afins.
2009/02/16
Não consigo de parar de pensar numas fotos que me mostraram sábado passado. De uma fase da vida em que tudo estava em aberto, para todos, à espera da nossa mão para traçar um esboço numa folha que apenas tinha ainda um paragrafo escrito. Quantos de nós teríamos mudado de percurso se soubéssemos o que esse percurso nos reservava? Eu sei que eu não o faria. Mudaria algumas atitudes, aqui e ali, mas estou muito melhor do que me imaginava com aquela idade.
(é, isto está muito introspectivo hoje)
(é, isto está muito introspectivo hoje)
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